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segunda-feira, 26 de março de 2012
Continuação.
- Com um sorriso meio pálido que demostrava a JP um pouco de constrangimento, Vitória seca com a ajuda do amigo as lágrimas que molharam seu rosto, ao mesmo tempo que pensa como fará nos próximos dias, que estiver em sua companhia, para não deixá-lo perceber o que na verdade estava sentindo por ele, o que seu coração acabara de lhe revelar, alias, já havia feito isso a algum tempo e ela que fingira não entender. Volta seus olhos na direção dos dele que lhe corta o pensamento com suas palavras:
- Bom chega né, não vim aqui te ver chorar e nem tão pouco discursar sobre a igualdade dos povos e das classes sociais, kkkkkkkkkkkkkkkkk, não que isso não seja importante, é, mas no momento quero desfrutar o meu tempo tentando conhecer mais e mais essa amiga maravilhosa que o destino me apresentou. Então me conta como anda sua vida, afinal nos últimos dias, nas nossas conversas, o assunto que rolava era somente eu né? Para quem se queixou de ter me conhecido e não saber nada a meu respeito, só faltou eu te contar a hora do meu nascimento e como foi o parto, kkkkkkkkkkkkk.
- KKKKKKKKKKKKKK, mais como você é bobo, JP!
- Bobo? E eu tô mentindo por acaso?
- Não tá mentindo, mas tá exagerando também seu bobo, kkkkkkkkkkkk.
- Mas fala ... Bom pelo que pude perceber no táxi, seu ex, realmente virou ex.
- Sim, agora percebo que na verdade estava realmente sendo muito apressada.
- Hummmmm, e posso saber o que te levou a essa conclusão?
- Percebi que na verdade só estava tão carente que me apeguei a ele e que se ele tivesse embarcado na minha, eu acabaria era sofrendo muito mais.
- E chegou a essa conclusão assim, do nada, simplesmente acordou e viu tudo isso, sem nenhum motivo mais concreto?
- Claro que não né JP, tive meus motivos seu curioso!
E ao falar essa última palavra, Vitória sorri e desvia os olhos na tentativa de fugir do olhar e das perguntas de JP, já que sua resposta estaria diretamente ligada a ele.
- Hummmmm, entendi tá. Vou parar de te fazer perguntas a esse respeito, percebi que você não quer falar sobre o assunto. Só me responde uma única coisa tá, mas também se quiser e juro que depois não pergunto mais nada a esse respeito, ok?
- Tá, pergunta.
- Só diz que sim ou não, ok?
- Tá, pergunta, vai!
- Essa conclusão se deu por que seu coração tá batendo forte por alguém, ou quem sabe só se interessando por um alguém?
Nesse momento ela demostra com um sorriso visivelmente nervoso, que ele estava totalmente correto e ele, como sempre bem descolado, lhe socorre na tentativa de lhe fazer sentir melhor e a vontade novamente:
- Ok, não precisa responder tá, já entendi. Me diz, você mora longe daqui?
Continua.
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Boa história.
ResponderExcluirBrigadim... beijuusss!
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