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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Momento de Reflexão.




Atitude é tudo...

Joel era o tipo do cara que você gostaria de conhecer.
Ele estava sempre de bom humor e sempre tinha algo de positivo para dizer.
Se alguém lhe perguntasse como ele estava, a resposta seria logo:
- Se melhorar, estraga.
Ele era um gerente especial, em um restaurante, pois seus garçons o seguiam de restaurante em restaurante apenas pelas suas atitudes.
Ele era um motivador nato.
Se um colaborador estava tendo um dia ruim, Joel estava sempre dizendo como ver o lado positivo da situação.
Fiquei tão curioso com seu estilo de vida que um dia lhe perguntei:
- Você não pode ser uma pessoa tão positiva todo o tempo. Como  você faz isso?
Ele me respondeu:
- A cada manhã, ao acordar, digo para mim mesmo: Joel, você tem  duas escolhas hoje. Pode ficar de bom humor ou de mau humor. Eu  escolho ficar de bom humor. Cada vez que algo de ruim acontece,   posso  escolher bancar a vítima ou aprender alguma coisa com o   ocorrido. Eu escolho aprender algo.  Toda vez que alguém reclamar, posso escolher aceitar a reclamação  ou mostrar o lado positivo da vida.
- Certo, mas não é fácil - argumentei.
- É fácil sim, disse-me Joel. A vida é feita de escolhas.  Quando você examina a fundo, toda situação sempre oferece  escolha. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como  as pessoas afetarão o seu humor. É sua a escolha de como viver  a sua vida.
Eu pensei sobre o que Joel disse e sempre lembrava dele quando  fazia uma escolha.
Anos mais tarde, soube que Joel cometera um erro, deixando a porta de serviço aberta pela manhã. Foi rendido por assaltantes.
Dominado, enquanto tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo pelo nervosismo, desfez a combinação do segredo. Os ladrões entraram   em pânico e atiraram nele.
Por sorte ele foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para  um hospital. Depois de 18 horas de cirurgia e semanas de tratamento intensivo, teve alta ainda com fragmentos de balas  alojadas em seu  corpo.
Encontrei Joel mais ou menos por acaso. Quando lhe perguntei como  estava, respondeu:
- Se melhorar estraga.
Contou-me o que havia acontecido perguntando:
- Quer ver minhas cicatrizes?
 Recusei ver seus antigos ferimentos mas perguntei-lhe o que havia  passado em sua mente na ocasião do assalto.
 - A primeira coisa que pensei foi que deveria ter trancado a porta de  trás, respondeu. Então, deitado no chão, ensangüentado, lembrei  que tinha duas escolhas: poderia viver ou morrer. Escolhi  viver.
- Você não estava com medo? perguntei.
 - Os para-médicos foram ótimos. Eles me diziam que tudo ia dar certo  e que eu ia ficar bom. Mas quando entrei na sala de emergência  e vi  a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus  lábios eu lia: "esse ai já era". Decidi então que tinha que fazer  algo.
- O que fez?, perguntei.
- Bem, havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas. Me  perguntou se eu era alérgico a alguma coisa. Eu respondi: "sim".  Todos pararam para ouvir a minha resposta. Tomei fôlego e  gritei:  "Sou alérgico a balas!" Entre as risadas, lhes disse: "Eu estou escolhendo viver,  operem-me  como um ser vivo,  não como morto."
Joel sobreviveu graças à persistência dos médicos, mas também  graças à sua atitude.
Aprendi que todo dia temos a opção de viver  plenamente.

Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".
E você, como escolhe viver sua vida???
                                                         (A.D.)
Beijuusss,
                  Nallu Ferreira.

Momento de Reflexão.




AMANHÃ PODE SER TARDE
 
  
Se está bravo com alguém e ninguém faz alguma coisa    
   
para consertar a situacão ...conserte você.    
  
Talvez hoje, aquela pessoa ainda queira ser seu amigo,    
  
e se você não consertar isto logo, talvez amanhã seja muito tarde.
Se está apaixonado por alguém, mas a pessoa não sabe  
  
 ...diga a ela. 
   
 Talvez hoje, aquela pessoa também esteja apaixonado por você   
  
 e se você não falar isto hoje, talvez amanhã seja muito tarde.


Se você morre de desejos de dar um beijo em
  
alguém... então dê.   
  
Talvez essa pessoa também queira seu beijo, se  você    
  
não der isto a ela hoje, talvez amanhã seja muito tarde.
Se você ama alguém e acha que esse alguém lhe esqueceu
...entao diga a ele.   
  
Talvez essa pessoa sempre o tenha amado e se você não lhe disser isso hoje,
talvez amanhã seja muito tarde.  
 Se você precisa de um abraço de um amigo
... você deve lhe pedir.

  Talvez ele precise isto mais que você, e se você não lhe pedir hoje,
amanhã pode ser muito tarde.

Se você realmente tem amigos, aos quais aprecia 
... conte isto a eles.   
  
Talvez eles também  o apreciem, e se eles partem ou  vão embora,   
  
talvez amanhã seja muito tarde.   
             ( A.D. )

Beijuusss,
                                          Nallu Ferreira.

domingo, 29 de abril de 2012

Momento de Reflexão.



O FERREIRO
   
"Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos, resolveu entregar sua alma a Deus.
Durante muitos anos trabalhou com afinidade, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida, muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.

Uma bela tarde, um amigo que o visitara, e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
"É  realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua  crença no mundo espiritual, nada tem melhorado".


O ferreiro não respondeu imediatamente.
Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que  acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro:

"Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito?  Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade,  eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente".

O ferreiro deu uma longa pausa, secou a testa com um lenço e continuou:
"As vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria."

Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
"Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: "Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma  que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser - mas jamais me coloque no monte de ferro-velho ".

(A.D)

Beijuuss,
                              Nallu Ferreira.

sábado, 28 de abril de 2012

Momento de Reflexão.




O      P  I L O T O
 

  Ele observou o menino sozinho na sala de espera do
aeroporto aguardando seu vôo.
 Quando o embarque começou,  ele foi colocado na frente da fila
  para entrar e  encontrar seu assento antes dos adultos.
Quando Ogilvie  entrou no avião, viu  que o menino
estava sentado ao lado de sua poltrona.
  O menino foi cortês quando 
Ogilvie puxou
 conversa com ele e, em seguida, começou a passar
o tempo colorindo um livro.
Ele não demonstrava ansiedade   ou preocupação com o vôo enquanto 
 as preparações para a decolagem  estavam  sendo feitas.
Durante o vôo, o avião  entrou numa tempestade muito forte, 
 o que fez que  ele  balançasse como uma pena ao vento.
 A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros,
 mas o menino parecia encarar tudo com a maior naturalidade.
Uma das passageiras, sentada do   outro lado do corredor ficou
 intrigada com aquilo tudo e  perguntou ao menino: 
 - Você não está com medo?
 - Não senhora, não tenho medo,  ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.Meu pai é o piloto.

  
Existem situações em nossa vida que lembram
 um avião passando  por uma  forte   tempestade.
  Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
  Temos a sensação de que estamos pendurados 
no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar,
  em que nos apoiarmos,  e que nos sirva de socorro.
  No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso
 
"PAI É O PILOTO"   Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos  do Deus que criou o  céu e a terra.
   Ele está no controle, por isso não há o que temer.
Se um medo  inconsolável tomar  hoje conta do seu ser, diga:!

   "MEU PAI É O PILOTO,
NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"
 
                                                                                                             ( A.D. )
Beijuusss,
                 Nallu Ferreira.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Continuação.


Após o término do almoço , JP e Vitória conversam por mais alguns minutos até que a conta , que fora solicitada por ele , chegue e seja paga. Feito isso JP levanta-se e seguindo na direção de Vitória , demostra-lhe mais uma vez todo o seu cavalheirismo lhe ajudando a levantar-se da cadeira. Ambos saem do restaurante e ainda na porta , ele meio que indeciso lhe fala:
- Bom , não conheço muito Sampa , mas o que você acha de irmos dar uma volta pelo Ibirapuera?
- Hummm , acho uma boa ideia , vamos sim.
- Olha é só uma sugestão , se preferir podemos ir ao cinema ou a um outro lugar de seu agrado?
- Não. adorei a ideia mesmo , prefiro irmos dar uma volta por lá sim.
- Então tá.
Ali mesmo na porta do restaurante pegam um táxi e minutos depois ambos caminhando lado a lado , compartilham uma boa conversa. De vez ou outra , ora Vitória , ora JP gargalhavam um pouco mais alto. Ela sabia que ele era um homem de um ótimo humor , só não imaginava que era tanto assim. JP tinha sempre algo engraçado para dizer em comparação a alguma coisa dita , suas piadas , tiradas... sua maneira de gesticular , tudo a encantava cada vez mais e mais. De vez em quando olha para ele ali , caminhando ao seu lado e tenta se lembrar de ter vivido em algum momento em sua vida , uma tarde como esta , ou um dia se quer , onde a felicidade parece querer explodir seu peito. Pensa:" Toda essa felicidade , vem dele , toda essa felicidade lhe está sendo presenteada por este homem que numa noite de tristeza , Deus a fez conhecer...". Mesmo a pensar essas coisas , Vitória , mantem os olhos fixos em JP. 
Por sua vez , ao mesmo tempo que mantinha todo o seu bom humor a mostra , contando vários fatos  de sua vida e carreira para Vitória , JP também não parava de pensar na vontade louca que o abatera de sentir o toque dos lábios dela nos seus. Tentava a todo o momento com suas piadas e tiradas disfarçar isso , não queria que ela percebesse  o que se passava em sua cabeça . Imagina , iria achar que ele havia planejado tudo isso , sendo que nem ele mesmo o estava entendendo . Por muitas outras vezes , durante suas conversas , se sentira atraído de certa forma por Vitória, mas achava que o fato ocorria pela forma como haviam se conhecido e por todo aquele mistério que a troca de experiência feita através da net , lhe permitia. Realmente , acreditava que quando a conhecesse pessoalmente o encanto seria quebrado e verdadeiramente a veria como uma simples e boa amiga , mas não era isso que estava acontecendo...


                                           Continua.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Momento de Reflexão.




O JULGAMENTO

Havia numa aldeia um velho muito pobre, mas até reis o invejavam, pois ele
tinha um lindo cavalo branco...
Reis ofereciam quantias fabulosas pelo cavalo, mas o homem dizia:
- Este cavalo não é um cavalo para mim, é uma pessoa. E como se pode vender
uma pessoa, um amigo ?
O homem era pobre, mas jamais vendeu o cavalo.
Numa manhã, descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
A aldeia inteira se reuniu, e disseram:
- Seu velho estúpido! Sabíamos que um dia o cavalo seria roubado. Teria sido melhor vendê-lo. Que desgraça !
O velho disse:
- Não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está na cocheira. Este é o fato, o resto é julgamento. Se se trata de uma desgraça ou de uma benção, não sei, porque este é apenas um julgamento. Quem pode saber o que vai se seguir ?
As pessoas riram do velho.
Elas sempre souberam que ele era um pouco louco.
Mas, quinze dias depois, de repente, numa noite, o cavalo voltou.
Ele não havia sido roubado, ele havia fugido para a floresta.
E não apenas isso, ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente, as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você estava certo. Não se trata de uma desgraça, na verdade provou
ser uma benção.
O velho disse:
- Vocês estão se adiantando mais uma vez. Apenas digam que o cavalo está de
volta... quem sabe se é uma benção ou não? Este é apenas um fragmento. Você
lê uma única palavra de uma sentença - como pode julgar todo o livro ?
Desta vez, as pessoas não podiam dizer muito, mas interiormente sabiam que
ele estava errado.
Doze lindos cavalos tinham vindo...
O velho tinha um único filho, que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um cavalo e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, julgaram.
Elas disseram:
- Você tinha razão novamente. Foi uma desgraça. Seu único filho perdeu o
uso das pernas, e na sua velhice ele era seu único amparo. Agora você está
mais pobre do que nunca.
O velho disse:
- Vocês estão obcecados por julgamento. Não se adiantem tanto. Digam apenas
que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe se isso é uma desgraça ou
uma benção. A vida vem em fragmentos, mais que isso nunca é dado.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos
os jovens da aldeia foram forçados a se alistar.
Somente o filho do velho foi deixado para trás, pois recuperava-se das fraturas.
A cidade inteira estava chorando, lamentando-se porque aquela era uma luta
perdida e sabiam que a maior parte dos jovens jamais voltaria.
Elas vieram ate o velho e disseram:
- Você tinha razão, velho - aquilo se revelou uma benção. Seu filho pode estar aleijado, mas ainda está com você. Nossos filhos foram-se para sempre.
O velho disse:
- Vocês continuam julgando. Ninguém sabe ! Digam apenas que seus filhos foram forçados a entrar para o exército e que meu filho não foi. Mas somente Deus sabe se isso é uma benção ou uma desgraça. Não julgue, porque dessa maneira jamais se tornará uno com a totalidade. Você ficará obcecado com fragmentos, pulará para as conclusões a partir de coisas pequenas.
Quando você julga, você deixa de crescer. Julgamento significa um estado
mental estagnado. E a mente deseja julgar, porque estar em um processo é
sempre arriscado e desconfortável. Na verdade, a jornada nunca chega ao
fim. Um caminho termina e outro começa: uma porta se fecha, outra se abre.
Você atinge um pico, sempre existira um pico mais alto. Aqueles que não
julgam estão satisfeitos simplesmente em viver o momento presente e de nele
crescer... somente eles são capazes de caminhar com Deus.
( A.D. )

Beijuusss,
                 Nallu Ferreira.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Momento de Reflexão.




APROVEITE CADA MOMENTO

Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno
pacote embrulhado com papel de seda:
"Isto - disse - não é um simples pacote."
Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita seda e a caixa.
"Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião."
Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária.
Sua esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse:
"Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma
ocasião especial".

Ainda estou pensando nestas palavras... já mudaram minha vida. Agora estou lendo mais e limpando menos. Sento-me no terraço e admiro a vista sem preocupar-me com as pragas. Vivo mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho.
Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar,  não para  sobreviver. Já não guardo nada.
Uso meus copos de cristal todos os dias. Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade.
Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho  vontade.
As frases "algum dia..." e "qualquer dia..." estão desaparecendo de meu vocabulário.
Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora.
Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos.
Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos. Talvez chamasse alguns amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado.
Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita.
São estas  pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu
soubesse que minhas horas estão limitadas.
Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar, cartas que pensava escrever "qualquer dia destes".
Desgostoso e triste, porque não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo. Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas.
E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este será um dia especial.
Cada dia, cada hora, cada minuto, é especial.
                                                            (A.D. )
Beijuusss,
              Nallu Ferreira.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Momento de Reflexão.


ACEITANDO PELO O QUE 
   

 O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: "Cachorrinhos a venda".
    Esse tipo de anúncio sempre atrai às crianças e logo um menininho apareceu na loja perguntando:

    -"Qual é o preço dos cachorrinhos?"

    O dono respondeu:
    - "Entre R$ 30,00 e R$ 50,00".

    O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:
    - "Só tenho R$ 2,37... posso vê-los?".

    O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.

    - "O que aconteceu com esse cachorrinho?", perguntou.

    O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu, o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:

    - "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!".

    E o homem respondeu:
    - "Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente".

    O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:
    - "Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo".

    O homem respondeu:
    - "Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos".

    O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:

    - "Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda".

    O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas... sorriu e disse:
    - "Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você".

    Na vida não importa como és, mas importa que alguém te aprecie pelo que és, te aceite e te ame incondicionalmente.
                                                                      ( A.D. )

Beijuusss,
                 Nallu Ferreira.

domingo, 22 de abril de 2012

Momento de Reflexão.




A LIÇÃO DA BORBOLETA

Lembro-me de uma manhã em que eu havia descoberto um casulo na casca de uma árvore, no momento em que a borboleta rompia o invólucro e se preparava para sair.
Esperei bastante tempo, mas estava demorando muito, e eu estava com pressa. Irritado, curvei-me e comecei a esquentar o casulo com meu hálito.
Eu o esquentava e o milagre começou a acontecer diante de mim, a um ritmo mais rápido que o natural.
O invólucro se abriu, a borboleta saiu se arrastando e nunca hei de esquecer o horror que senti então: suas asas ainda não estavam abertas e com todo o seu corpinho que tremia, ela se esforçava para desdobrá-las.
Curvado por cima dela, eu a ajudava com o calor do meu hálito. Em vão. Era necessário um acidente natural e o desenrolar das asas devia ser feito lentamente ao sol - agora era tarde demais.
Meu sopro obrigara a borboleta a se mostrar toda amarrotada, antes do tempo.
Ela se agitou desesperada, alguns segundos depois morreu na palma da minha mão.
Aquele pequeno cadáver é, eu acho, o peso maior que tenho na consciência. Pois, hoje entendo bem isso, é um pecado mortal forçar as leis da natureza.
Temos que não nos apressar, não ficar impacientes, seguir com confiança o ritmo do Eterno.
                         ( N.A )

Beijuusss,
                              Nallu Ferreira.


Momento de Reflexão.



O Bordado
Quando era pequeno minha mãe costurava muito.
  Eu me sentava perto dela e lhe perguntava o que estava fazendo.
 
Ela me respondia que estava bordando.
Eu observava seu trabalho de uma posição mais baixa de onde ela estava sentada, e sempre lhe perguntava o que estava fazendo, dizendo-lhe que de onde eu estava o que ela fazia me parecia muito confuso.
Ela sorria, olhava para baixo e gentilmente dizia:
“Filho, saia um pouco para brincar e quando terminar meu bordado te chamarei e te colocarei sentado em meu colo e te deixarei ver o bordado desde a minha posição”.
Perguntava-me porque ela usava alguns fios de cores escuras e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava.
Minutos mais tarde escutava-a chamando-me:
“Filho, vem e senta-te em meu colo.”
Eu o fazia de imediato e me surpreendia e emocionava ao ver
a formosa flor e o belo entardecer no bordado.
Não podia crer; de baixo parecia tão confuso!

Então minha mãe me dizia:

“Filho, de baixo para cima tudo te parecia confuso e desordenado, porém não te ocorria de que há um plano acima.
 Havia um desenho. só o estava seguindo.
Agora olhando-o da minha posição saberás o que estava fazendo.”
Aqueles dias me fazem lembrar agora dos anos que tenho olhado
para o céu e dito:
“Pai que estais fazendo?”
Ele responde: “Estou bordando tua vida.”
E eu lhe replico:
“Mas está tudo tão confuso; em desordem.
Os fios parecem tão escuros, por que não são mais brilhantes?”
O Pai parecia dizer-me:
“Meu filho, ocupa-te de teu trabalho e Eu farei o meu;
 um dia te trarei ao céu e te colocarei em meu colo e então
verás o plano desde a minha posição.”
                                        ( A.D. )

Beijuusss, 
                         Nallu Ferreira.

BEI

sábado, 21 de abril de 2012

Momento de Reflexão.



A Partilha

Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto.
Como ela deveria esperar por muitas horas resolveu comprar um livro para matar o tempo.
Também comprou um pacote de biscoitos.
Então ela achou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz.
Ao lado dela se sentou um homem.
Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um.
Ela se sentiu indignada, mas não disse nada.
Ela pensou para si:
Mas que "cara de pau".
Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse.
A cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um.
Aquilo à deixava tão indignada que ela não conseguia reagir.
Restava apenas um biscoito e ela pensou: O que será que o "abusado" vai fazer agora?
Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.
Aquilo à deixou irada e bufando de raiva.
Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque.
Quando sentou confortavelmente em seu assento, para surpresa dela o seu pacote de biscoito estava ainda intacto, dentro de sua bolsa.
Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela, e já não havia mais tempo para pedir desculpas.
O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, enquanto que ela tinha ficado muito transtornada.
                                                               (A.D )

 Ob.: Quantas vezes em nossa vida nós é que estamos comendo os biscoitos dos outros, e não temos a consciência disto ???!!!.
Pense com clareza.
Há quem proceda de forma muito diferente da que você gostaria que fosse.
Isso tira a sua calma e dá-lhe a impressão de que ninguém gosta de você.
Mas raciocine claramente.
Não será um desejo de receber, de satisfazer-se, de preencher a si próprio o motivo desse estado de espírito?
Transforme-se.
Busque mais dar do que receber.
Só podemos transformar o mundo à nossa volta mudando antes a nós mesmos.

Beijuusss,
                  Nallu Ferreira.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Momento de Reflexão.




A PISCINA E A CRUZ


Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e
molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho...
Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão
daquele hábito.

O nadador sorriu e respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação de um grupo de homens.
Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco.

Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente.
Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem.
Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus Cristo
tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à Mente e
me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus Cristo.

Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim fui até à escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido.

Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria meu ultimo salto.
Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida.

Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina,
confessei  meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi
exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar.
Naquela noite fui salvo duas vezes, e para nunca mais esquecer,
sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar para
 a água.

Obs.: Quantas vezes já fomos salvos e nem sequer notamos ou paramos para agradecer... pense nisso!!!

( A.D. )

Beijuusss, 
                  Nallu Ferreira.
                          
   

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Continuação.


- Ah, tá bom seu bobo, 10 reais para saber o que tá pensando, kkkkkkkkkkk.
- Poxa, só 10 reais? Pensamento barato esse meu hem, kkkkkkk.
- kkkkkkkkkkkkkkkkk, não é isso, só estou sendo honesta poxa, vai que aposto 50 ou 100 e você aceita, não vou poder te pagar. Então, joguei 10 que está dentro do meu orçamento, kkkkkkkkkkkk.
- KKKKKKKKKKKKKK, só pela originalidade você já merecia ganhar 1000!
- Nossa, fechado! Pode pagar.
- Pagar? Será que a gente apostou e eu não percebi?
- Não, mas como você falou que pelo quesito originalidade eu merecia ganhar 1000, achei que iria receber o prêmio agora.
- Ah, tá, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, faz sentido, posso ficar te devendo, no momento eu estou desprovido desses 1000, mas pode confiar que te pago.
- Sei... devo não nego pago quando puder, é isso?
- Nossa Vi, é por isso que te adoro, a gente nem precisa concluir o assunto, pois você já capita no ar... é bem por aí mesmo, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Tá bom, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Bom, tô pronta, na hora que você quiser podemos ir.
- É pra já, as damas na frente.
- Ok, kkkkkkkkkkkkkk.
E nessa hora ambos se direcionam para a porta e saem. 
Pelo visto o fim de semana, que a princípio, parecia ser só o encontro de dois amigos, prometia surpreendentes emoções...
                        
                                              Continua.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Momento de Reflexão.



A SERPENTE E O VAGALUME
 

Conta a lenda que uma vez uma serpente começou a perseguir um vagalume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava 
em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada....
No terceiro dia, já sem forças o vagalume parou e disse à cobra:
- Posso lhe fazer uma pergunta?
- Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar
 mesmo, pode perguntar.
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não.
- Eu te fiz algum mal?
- Não.
- Então, por que você  quer acabar comigo?
- Porque não suporto ver você brilhar!
    
"Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar."

                                           ( A.D.)
Beijuusss,
                                         Nallu Ferreira.

              

terça-feira, 17 de abril de 2012

Continuação.


Agora é a vez de JP, sorri pelo jeito tímido de Vitória e põe-se a pensar:
"Os homens de Sampa deviam estar cegos, Vitória era uma mulher muito especial, não tinha uma beleza de parar o trânsito e isso, ao contrário que poderia parecer, era bom. Desde a primeira visão no aeroporto até agora, sua verdadeira beleza ia se revelando de maneira suave, assim como ela. Tinha um olhar sonhador ao mesmo tempo que penetrante, era um misto de ternura e sedução... E o sorriso? Adorava mulheres que tinham um sorriso meio que de lado e que ao término de cada palavra dita, mordiscava suavemente os lábios seguido de um deslizar da língua, com o intuito de lubrificá-los e assim não os deixar ressecar nunca... e os dela eram assim, um convite indireto ao deleite de um doce mergulho... Por isso que quase a beijara, pôde por alguns segundos quase sentir sua respiração bem próxima à dele, o gosto de seu beijo... se ela não se levanta-se certamente tinha lhe beijado. Com toda a certeza ela o atraia muito, sabia desse fato antes mesmo de vir conhecê-la, não ficava por horas conversando com ela por simples e pura amizade, tinha consciência disso, e agora sua suspeita só estava se confirmando. Seu modo de agir e pensar o chamara a atenção desde sempre, ela era diferente de todas as mulheres que conhecia até então... ora teimosa e antiga na sua meta de vida, ora moderna na compreensão dos problemas alheios. Era firme quando usava de suas palavras na intenção de ajudar, mas sem ser crítica... era suavemente surpreendente!
- Hummmmmm, ficou com inveja de mim, né?
Nessa hora, JP, percebe Vitória a sua frente com um sorriso lindo em sua direção.
- Ah? Está falando de que?
- Você, agora foi você que viajou aí nos pensamentos, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, estou aqui a alguns minutos só te observando e você nem aí, estava longe. E pelo que percebi era algo muito bom, porque estava com um ar calmo cheio de felicidade, ensaiando até um sorriso, kkkkkkkkkkk.
- Pensamento pega?
- Como assim, pensamento pega?
- Quero saber pô, porque se pega, então peguei de você, kkkkkkkkkkk.  


                                     Continua.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Momento de Reflexão.


                                          QUEM ÉS?

Uma mulher estava agonizando. Logo teve a sensação que era levada ao céu e se apresentava ante o Tribunal.

- Quem és? - disse uma voz.

- Sou a mulher de Antonio - respondeu ela.

- Te perguntei quem és, não com quem estás casada.

- Sou mãe de quatro filhos.

- Te perguntei quem és, não quantos filhos tens.

- Sou uma professora de escola.

- Te perguntei quem és, não qual tua profissão.

E assim sucessivamente. Respondesse o que respondesse, não parecia poder dar uma resposta satisfatória à pergunta: "Quem és?"
- Sou uma cristã.

- Te perguntei quem és, não qual tua religião.

- Sou uma pessoa que ia todos os dias à igreja e ajudava aos pobres e necessitados.

- Te perguntei quem és, não o que fazias.

Evidentemente, não conseguiu passar no exame e foi enviada de novo à terra.
Quando se recuperou de sua enfermidade, tomou a determinação de averiguar quem era e partiu para o auto-conhecimento. 
E tudo foi diferente.

Tua obrigação é SER. Não ser um personagem, nem ser um dono de nada, porque ai há muito de cobiça e ambição, nem saber muito disto ou daquilo, porque isso condiciona muito - simplesmente SER.
  Quem és? Você saberia responder a esta pergunta??

                                                                                                            ( A.M. )
Beijuusss,
                 Nallu Ferreira.

sábado, 14 de abril de 2012

Momento de Reflexão.


                                          Poema da Noite.


Já chorei vendo fotos e ouvindo música;
Já liguei só para ouvir uma voz;
Me apaixonei por um sorriso;
Já pensei que fosse morrer de saudade;
E tive medo de perder alguém especial... ( e acabei perdendo )
Já pulei e gritei de tanta felicidade;
Já vivi de amor e fiz muitas juras eternas... "quebrei a cara muitas vezes!"
Já abracei para proteger;
Já dei risadas quando não podia;
Já fiz amigos eternos;
Amei e fui amado;
Mas também já fui rejeitado;
Fui amado e não amei...
                                          ( C.C. )


Beijuusss, 
                 Nallu Ferreira.


       

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Momento de Reflexão.

             
                                              AMOR DE VERDADE.


    Martin era um sapateiro em uma vila pequena.
     Desde que morreu a esposa e os filhos, ele se tornou triste.
     Um dia, um homem sábio lhe falou que ele deveria ler os evangelhos porque lá ele descobriria como Deus gostaria que ele vivesse.
     Martin passou a ler os evangelhos. Certo dia leu a narrativa do evangelho de Lucas do banquete em casa do rico fariseu que recebeu Jesus em sua casa, mas não providenciou água para os pés, nem ungiu a cabeça de Jesus, nem o beijou.
     Naquela noite, Martin foi dormir pensando em como ele receberia Jesus, se ele viesse a sua casa. De repente, acordou sobressaltado com uma voz que lhe dizia:
    "- Martin! Olha para a rua amanhã, pois eu virei."
    Logo cedo, o sapateiro acendeu o fogo e preparou sua sopa de repolho e seu mingau. Começou a trabalhar e se sentou junto à janela para melhor ver a rua. Pensando na noite da véspera, mais olhava a rua do que trabalhava.
        Passou um porteiro de casa, um carregador de água. Depois uma mulher com sapatos de camponesa, com um bebê ao colo. Ela estava vestida com roupas pobres, leves e velhas. Segurando o bebê junto ao corpo, buscava protegê-lo do vento frio que soprava forte. Martin convidou-a a entrar e lhe serviu sopa.
        Enquanto comia, ela contou sua vida. Seu marido era soldado. Estava longe há oito meses. Ela já vendera tudo o que tinha e acabara de empenhar seu xale.
        Martin buscou um casaco grosso e pesado e envolveu a mulher e o filho. Depois de alimentados e agasalhados, eles se foram, não sem antes Martin deixar na mão da pobre mãe umas moedas para que ela pudesse tirar o xale do penhor.
        Quando um velho que trabalhava na rua, limpando a neve da frente das casas, parou para descansar, encostado à parede da sua oficina e lar, Martin o convidou a entrar. Serviu-lhe chá quente e lhe falou da sua espera. Ele aguardava Jesus. O velho homem foi embora, reconfortado no corpo e na alma e Martin voltou a costurar uma botina.
        O dia acabou. E quando ele não podia mais ver para passar a agulha pelos furos do couro, juntou suas ferramentas, varreu o chão e colocou o lampião sobre a mesa. Buscou o Evangelho e o abriu. Então, ouvindo passos, ele olhou em volta. Uma voz sussurrou:
        "-Martin, você não me conhece?"
        "-Quem é?", perguntou o sapateiro.
   
      "-Sou eu" disse a voz. E num canto da sala, apareceu a mulher com o bebê ao colo. Ela sorriu, o bebê também e então desapareceram.
        "-Sou eu" tornou a falar a voz. Em outro canto apareceu o velho homem. Sorriu. E desapareceu.
        A alma de Martin se alegrou. Ele começou a ler o evangelho onde estava aberto:
        "Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era hóspede, e me recolhestes." No fim da página, ele leu: "quantas vezes vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim é que o fizestes."
        E Martin compreendeu que o Cristo tinha ido a ele naquele dia, e que ele o recebera bem.

                                ( A.D.)
Beijuusss, 
               Nallu Ferreira.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Momento de Reflexão.


                                            O RIO DA VIDA.





Era uma vez um riacho de águas cristalinas, muito bonito, que serpenteava entre as montanhas.
Em certo ponto de seu percurso, notou que a sua frente havia um pântano imundo, por onde deveria passar. Olhou, então, para Deus e protestou:
- Senhor, que castigo! Eu sou um riacho tão límpido, tão formoso, e o Senhor me obriga a atravessar um pântano sujo como esse! Como faço agora?
Deus respondeu:
- Isso depende da sua maneira de encarar o pântano. Se ficar com medo, você vai diminuir o ritmo de seu curso, dará voltas e, inevitavelmente, acabará misturando suas águas com as do pântano, o que o tornará igual a ele. Mas, se você o enfrentar com velocidade, com força, com decisão, suas águas se espalharão sobre ele, a umidade as transformará em gotas que formarão nuvens, e o vento levará essas nuvens em direção ao oceano. Aí você se transformará em mar.
Assim é a vida. As pessoas engatinham nas mudanças. Quando ficam assustadas, paralisadas, pesadas, tornam-se tensas e perdem a fluidez e a força.
É PRECISO ENTRAR PRÁ VALER NOS PROJETOS DA VIDA, ATÉ QUE O RIO SE TRANSFORME EM MAR.
Se uma pessoa passar a vida toda evitando sofrimento, também acabará evitando o prazer que a vida oferece.
Há milhares de tesouros guardados em lugares onde precisamos ir para descobri-los.
Não procure o sofrimento. Mas, se ele fizer parte da conquista, enfrente-o e supere-o.
Arrisque, ouse, avance na vida. Ela é uma aventura gratificante para quem tem coragem de arriscar.

                                                            ( A.D. )

Beijuusss,
                   Nallu Ferreira.


terça-feira, 10 de abril de 2012

Continuação.


JP seguindo o instinto de seu corpo e o clima do momento, vai lentamente se aproximando de Vitória, ela  (que neste momento consegue ao mesmo tempo ouvir as batidas de seu coração totalmente acelerado com a proximidade dos lábios dele, juntamente com o toque da respiração quente de JP que lhe  toca a face ) levanta-se num gesto brusco de puro desespero, por não saber ao certo se deveria se entregar ao clima do momento ou simplesmente fingir que não percebera toda a situação, fala com ele:
- Bom, vamos esquecer então todo esse meu romantismo, não é mesmo?
JP embarcando na encenação de Vitória, lhe responde:
- Sim, claro, você tem preferencia por algum restaurante?
- Eu? kkkkkkkkkkkkkkk... JP, nem me lembro da última vez que sai para almoçar ou jantar fora e se bem me lembro fui a uma simples churrascaria, lá perto de casa! Nem tenho noção de onde tenham bons restaurantes, para ter um de minha preferencia, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Mas é muito boba mesmo, isso não tem o menor problema. Como você não tem um eu te levo a um que sempre que venho a Sampa, frequento, tenho certeza que você vai gostar.
- Não é um daqueles todo cheio de frescuras que a gente vê na televisão não, né? kkkkkkkkkkkkkk.
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, pára Vitória, não vamos a nenhum restaurante fresco não está bem? E mesmo que fossemos tenho certeza que você se sairia muito bem.
- Ah tá bom, me sairia sim uma perfeita atrapalhada, e se for mesmo como a gente vê na tv, nossa, além de termos de fazer um lanche reforçado antes, eu teria de ficar te imitando, kkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Pára de bobeira, Vitória.
- Eu tô brincando com você, tá?
- Eu sei sua boba... Então, podemos ir?
- Sim, só preciso de um minuto tá? Me deixa retocar o batom, ok?
- Sim, olha se preferir usar o banheiro para fazer isso é só seguir em frente. É a última porta a esquerda.
- Ah tá, não demoro.
- Sem pressa, estou aqui a sua disposição mesmo, kkkkkkkkkkkkkkkk.
- Hummmmmmm, bom saber disso, vou abusar de você então, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- Sem querer fazer um trocadilho,mas já fazendo: Abuse e use, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, bobo, volto já!
- Ok.
E nesse momento Vitória vai em direção ao corredor, e agora é ela quem some aos olhos de JP.


                                             Continua.     

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Momento de Reflexão.


                                              Cenoura, Ovo ou Café?



Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam tão difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Em uma ele colocou cenouras, em outra colocou ovos e, na última pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás.
Pescou as cenouras e as colocou em uma tigela.
Retirou os ovos e os colocou em uma tigela.
Então pegou o café com uma concha e o colocou em uma tigela.
Virando-se para ela, perguntou: "Querida, o que você está vendo? "
"Cenouras, ovos e café" ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias.
Ele, então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente: "O que isto significa, pai? "
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente , ele havia mudado a água.
"Qual deles é você? " ele perguntou a sua filha.
"Quando a adversidade bate a sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café? "
 E você?
Você é como a cenoura que parece forte, mas com a dor e a adversidade você murcha e se torna frágil e perde sua força?
Será que você é como o ovo, que começa com um coração maleável? Você teria um espírito maleável, mas depois de alguma morte, uma falência, um divórcio ou uma demissão, você se tornou mais difícil e duro? Sua casca parece  ser a mesma, mas você está mais amargo e obstinado, com o coração e o espírito, inflexíveis?
Ou será que você é como o pó de café? Ele muda a água fervente, a coisa que está trazendo a dor, para conseguir o máximo de seu sabor, a 100 graus centígrados. Quanto mais quente estiver a água, mais gostoso se torna o café.
Se você é como o pó de café, quando as coisas se tornam piores, você se torna melhor e faz com que as coisas em torno de você também se tornem melhores.
Como você lida com a adversidade?
                                                           ( A.D. )
Beijuusss,
                  Nallu Ferreira.