Metamorfose.
"Me definir é muito difícil. Às vezes pareço comum, às vezes singular.
Sou bem assim: metamorfose ambulante.
Adolescente em crise.
Crises. De tudo o que você possa imaginar.
O que mais valorizo no mundo?
Amigos.
O melhor sentimento?
Felicidade.
O melhor verbo?
Amar...
Conheço uma parte de uma frase, não sei o autor, mas ela define bem quem sou: viver é tentar ser feliz.
É o que faço: vivo!
E sim, me considero uma pessoa feliz, apesar de tudo.
Depois de uma queda?
Levanto e sigo em frente.
Já desisti de contar os mil e um foras que dou.
Vivo em busca de muitas coisas, mas já possuo a principal delas: a alegria.
Uma companhia?
Deus.
Algo que te alegra?
De novo os preciosíssimos amigos.
Bom, termino as ridicularidades desta minha descrição breguíssíma com uma pergunta minha,
e uma resposta fantástica, que se encaixa perfeitamente no meu caso.
Quem sou eu?
"Eu sou uma pergunta."
(C.L.)
PS:. E como diz aquela música: "eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo."
E somos...
Beijuusss,
Nallu Ferreira.
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quarta-feira, 31 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
Momento de Reflexão - Amizade Verdadeira.
Amizade Verdadeira.
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido ao traumatismo e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que os dois não tinham o sangue preciso. Reuniram então as crianças e , entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Verificado o mesmo tipo de sangue, ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estav doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... Minutos depois ele estava totalmente tranquilo.
A enfermeira explicou então aos americanos : "Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer." O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- Mas, se era assim, por que então você se ofereceu a doar seu sangue?
E o menino respondeu simplesmente:
- Ela é minha amiga.
( A.D. )
PS:. Feliz daquele que encontrou um amigo assim e ambos sabem se reconhecer , infeliz o que o teve e nunca soube enxergar... Afinal, são os riscos ocultos da vida que nos mostram a real grandeza de uma amizade!!
Bjuusss,
Nallu Ferreira
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio e ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido ao traumatismo e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que os dois não tinham o sangue preciso. Reuniram então as crianças e , entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Verificado o mesmo tipo de sangue, ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estav doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... Minutos depois ele estava totalmente tranquilo.
A enfermeira explicou então aos americanos : "Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer." O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- Mas, se era assim, por que então você se ofereceu a doar seu sangue?
E o menino respondeu simplesmente:
- Ela é minha amiga.
( A.D. )
PS:. Feliz daquele que encontrou um amigo assim e ambos sabem se reconhecer , infeliz o que o teve e nunca soube enxergar... Afinal, são os riscos ocultos da vida que nos mostram a real grandeza de uma amizade!!
Bjuusss,
Nallu Ferreira
quarta-feira, 3 de maio de 2017
Momento de Reflexão- O Último dos Mortais.
O Último dos Mortais.
Um homem triste morava na parte superior de uma velha casa em ruínas. Pardieiro sem dono. Paredões sem ninguém. Supunha-se o último dos mortais. Contudo, era firme na fé e orava, quase com orgulho, todas as noites:
"Deus, de bondade, Deus dos aflitos, da Terra sois o maior. Deus de bondade, graças Te dou por ainda me alimentar com algumas batatas por dia."
Creio mesmo ser o último dos mortais...
Mais dois anos se passaram, quando, ao sentir-se mais aflito e mais infeliz, resolveu partir ao rumo de outras terras...
Quem sabe seria um pouco menos infeliz...
Ele, que sempre saia na direção do quintal à procura das raízes que o sustentavam, dessa vez saiu do lado oposto, no propósito de partir.
Nunca havia saído por lá...
Ao descer o último aclive, ouviu um barulho.
Alguém gemia... Voltou para ver...
Só então, pôde verificar que um aleijado, em chagas, morava embaixo, sobre um leito de palha vivendo somente das cascas de batata que ele atirava fora...
Naquele momento entendeu que geralmente o ser humano sempre se considera o mais infeliz, sem sequer, pelo menos, olhar para seu lado...
(A.D.)
PS.: "O homem que sofre antes de ser necessário, sofre mais que o necessário."
Bjuusss,
Nallu Ferreira.
E
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